quarta-feira, 13 de maio de 2009

Diferenças entre Presídio e Trabalho

PRESÍDIO: Você passa a maior parte do tempo numa cela 5x6m.
TRABALHO: Você passa a maior parte do tempo numa sala 3x4m.

PRESÍDIO: Você recebe três refeições por dia de graça.
TRABALHO: Você só tem uma, no horário de almoço, e tem que pagar por ela.

PRESÍDIO: Você é liberado por bom comportamento.
TRABALHO: Você ganha **mais trabalho** com bom comportamento.

PRESÍDIO:Um guarda abre e fecha todas as portas para você.
TRABALHO:Você mesmo deve abrir as portas, se não for barrado pela segurança por teresquecido o crachá.

PRESÍDIO: Você assiste TV e joga baralho, bola, dama...
TRABALHO:Você é demitido se assistir TV e jogar qualquer coisa.

PRESÍDIO: Você pode receber a visita de amigos e parentes.
TRABALHO:Você não tem nem tempo de lembrar deles.

PRESÍDIO: Todas as despesas são pagas pelos contribuintes, sem seu esforço.
TRABALHO:Você tem que pagar todas as suas despesas e ainda paga impostos e taxas deduzidas de seu salário, que servem para cobrir despesas dos presos..

PRESÍDIO: Algumas vezes aparecem carcereiros sádicos...
TRABALHO:Aqui no trabalho, carcereiros usam nomes específicos: Gerente, Diretor, Chefe...

PRESÍDIO: Você tem todo o tempo para ler piadinhas.
TRABALHO: Ah, se te pegarem...

TEMPO DE PENA:

No presídio: eles saem em, no máximo, 15 anos.
No trabalho: você tem que cumprir 35 anos, e não adianta ter bom comportamento.

Querido(a) Amigo(a):

Às vezes nos perguntamos:

"O que eu fiz pra merecer isso?" ou...
"Por que Deus tinha que fazer isso justo comigo?"
Aqui vai uma belíssima explicação:

A filha dizia à Mãe como tudo ia errado. Ela não se saíra bem na prova de Matemática,o namorado resolveu terminar com ela e a sua melhor amiga estava de mudançapara outra cidade.
Em horas de amargura, a mãe sabia que poderia agradar a filhapreparando-lhe um bolo.Naquele momento não foi diferente.Abraçou a filha e levou-a à cozinha, conseguindo arrancar da moça umsorriso sincero.Logo que a mãe separou os utensílios e ingredientes que usaria e os colocouna mesa, perguntou à filha: - Querida, quer um pedaço de bolo? - Mas já, mamãe? É claro que quero. Seus bolos são deliciosos... - Então está bem, respondeu a mãe.
Tome um pouco desse óleo de cozinha!Assustada, a moça respondeu: - Credo, mãe! Que tal então comer uns ovos crus, filha? - Que nojo, Mãe! - Quer então um pouquinho de Farinha de Trigo ou Bicarbonato de Sódio? - Mãe, isso não presta! A Mãe então respondeu: - É verdade, todas essas coisas parecem ruins sozinhas, mas quando as colocamos juntas, na medida certa... Elas fazem um bolo delicioso!
Deus trabalha do mesmo jeito. Às vezes a gente se pergunta por que Ele quis que nós passássemos por momentos difíceis, mas Deus sabe que quando Ele põe todas essas coisas na ordem exata, elas sempre nos farão bem. A gente só precisa confiar n'Ele e todas essas coisas ruins se tornarão algo fantástico! Deus é louco por você.
Ele te manda flores em todas as Primaveras...
Faz nascer o Sol todas as manhãs...
E sempre que você quiser conversar, Ele vai te ouvir!
Ele pode viver em qualquer lugar do universo, e Ele escolheu o seu coração!

Psicanálise de graça!








Onde você coloca o Sal?

O velho Mestre pediu a um jovem triste que colocasse uma mão cheia de sal em um copo d'água e bebesse.
-'Qual é o gosto?'. Perguntou o Mestre.
-'Ruim' - disse o aprendiz.
O Mestre sorriu e pediu ao jovem que pegasse outra mão cheia de sal elevasse a um lago. Os dois caminharam em silêncio e o jovem jogou o sal no lago.
Então o velho disse:
-'Beba um pouco dessa água'.
Enquanto a água escorria do queixo do jovem o Mestre perguntou:
-'Qual é o gosto?'
-'Bom!' disse o rapaz.
-'Você sente o gosto do sal?' Perguntou o Mestre.
-'Não' disse o jovem.
O Mestre então, sentou ao lado do jovem, pegou em suas mãos e disse:
- A dor na vida de uma pessoa não muda.
Mas o sabor da dor depende de onde a colocamos.
Quando você sentir dor, a única coisa que você deve fazer é aumentar o sentido de tudo o que está a sua volta.
É dar mais valor ao que você tem do que ao que você perdeu.
Em outras palavras: É deixar de ser Copo, para tornar-se um Lago.

Três Últimos Desejos de ALEXANDRE, O GRANDE

Quando à beira da morte, Alexandre convocou os seus generais e relatou seus três últimos desejos:



1 - que seu caixão fosse transportado pelas mãos dos médicos da época;

2 - que fossem espalhados no caminho até seu túmulo os seus tesouros conquistados (prata, ouro, pedras preciosas...);

3 - que suas duas mãos fossem deixadas balançando no ar, fora do caixão, à vista de todos.

Um dos seus generais, admirado com esses desejos insólitos, perguntou a Alexandre quais as razões?

Alexandre explicou:

1 - Quero que os mais iminentes médicos carreguem meu caixão para mostrar que eles NÃO têm poder de cura perante a morte;

2 - Quero que o chão seja coberto pelos meus tesouros para que as pessoas possam ver que os bens materiais aqui conquistados, aqui permanecem;

3 - Quero que minhas mãos balancem ao vento para que as pessoas possam ver que de mãos vazias viemos e de mãos vazias partimos

Um médico muito sábio

Se houvessem mais médicos assim, o mundo seria muito melhor.
Uma mulher chega apavorada no consultório de seu ginecologista e diz:


- Doutor, o senhor terá que me ajudar num problema muito sério.


- Este meu bebê ainda não completou um ano e já estou grávida novamente.
Não quero filhos em tão curto espaço de tempo, mas num espaço grande entre um e outro...


O médico então perguntou:
Muito bem.
O que a senhora quer que eu faça?


A mulher respondeu:
Desejo interromper esta gravidez e conto com a sua ajuda.


O médico então pensou um pouco e depois de algum tempo em silêncio disse para a mulher:
Acho que tenho um método melhor para solucionar o problema e é menos perigoso para a senhora.


A mulher sorriu, acreditando que o médico aceitaria seu pedido.
Ele então completou:
Veja bem minha senhora, para não ter que ficar com dois bebês de uma vez, em tão curto espaço de tempo, vamos matar este que está em seus braços, assim, a senhora poderá descansar para ter o outro, terá um período de descanso até o outro nascer. Se vamos matar, não há diferença entre um e outro, até porque sacrificar este que a senhora tem nos braços é mais fácil, pois a senhora não correrá nenhum risco...


A mulher apavorou-se e disse:
Não doutor! Que horror! Matar um criança é um crime.


Também acho minha senhora, mas me pareceu tão convencida disso, que por um momento pensei em ajudá-la.


O médico sorriu e, depois de algumas considerações, viu que a sua lição surtira efeito.
Convenceu a mãe que não há menor diferença entre matar a criança que nasceu e matar uma ainda por nascer, mas já viva no seio materno.


O CRIME É EXATAMENTE O MESMO!!!!!

Você sabe desde quando Deus te ama?

DESDE O VENTRE DA TUA MÃE!


Os teus olhos viram (o meu corpo) a substância ainda informe, e no teu livro foram escritos todos os meus dias, cada um deles escritos e determinado, quando nem um deles havia ainda.
(Salmos 139:16)

Enfim Barbie com 50 anos

JÁ ERA TEMPO DE ACONTECER COM ELA!




Pipocas da Vida

Milho de pipoca que não passa pelo fogo continua a ser milho para sempre.
Assim acontece com a gente. As grandes transformações acontecem quando passamos pelo fogo.
Quem não passa pelo fogo, fica do mesmo jeito a vida inteira.
São pessoas de uma mesmice e uma dureza assombrosa.
Só que elas não percebem e acham que seu jeito de ser é o melhor jeito de ser.
Mas, de repente, vem o fogo.
O fogo é quando a vida nos lança numa situação que nunca imaginamos: a dor.
Pode ser fogo de fora: perder um amor, perder um filho, o pai, a mãe, perder o emprego ou ficar pobre.
Pode ser fogo de dentro: pânico, medo, ansiedade, depressão ou sofrimento, cujas causas ignoramos.
Há sempre o recurso do remédio: apagar o fogo! Sem fogo o sofrimento diminui. Com isso, a possibilidade da grande transformação também.
Imagino que a pobre pipoca, fechada dentro da panela, lá dentro cada vez mais quente, pensa que sua hora chegou: vai morrer.
Dentro de sua casca dura, fechada em si mesma, ela não pode imaginar um destino diferente para si.
Não pode imaginar a transformação que está sendo preparada para ela.
A pipoca não imagina aquilo de que ela é capaz.
Aí, sem aviso prévio, pelo poder do fogo a grande transformação acontece: BUM!
E ela aparece como uma outra coisa completamente diferente, algo que ela mesma nunca havia sonhado.
Bom, mas ainda temos o piruá, que é o milho de pipoca que se recusa a estourar.
São como aquelas pessoas que, por mais que o fogo esquente, se recusam a mudar.
Elas acham que não pode existir coisa mais maravilhosa do que o jeito delas serem.
A presunção e o medo são a dura casca do milho que não estoura.
No entanto, o destino delas é triste, já que ficarão duras a vida inteira.
Não vão se transformar na flor branca, macia e nutritiva.
Não vão dar alegria para ninguém.

Extraído do livro O amor que acende a lua de Rubem Alves

“Você tem experiência?”

Num processo de seleção da Volkswagen, os candidatos deveriam responder à seguinte pergunta:

“Você tem experiência?”

A redação abaixo foi desenvolvida por um dos candidatos.
Ele foi aprovado e seu texto está fazendo sucesso, e ele com certeza será sempre lembrado por sua criatividade, sua poesia, e acima de tudo por sua alma.

REDAÇÃO VENCEDORA:

“Já fiz cosquinha na minha irmã só pra ela parar de chorar, já me queimei brincando com vela. Eu já fiz bola de chiclete e melequei todo o rosto. 
Já conversei com o espelho, e ata brinquei de ser bruxo. 
Já quis ser astronauta, violonista, mágico, caçador e trapezista. 
Já me escondi atrás da cortina e esqueci os pés pra fora.
Já passei trote por telefone. 
Já tomei banho de chuva a acabei me viciando. J
á roubei beijo. 
Já confundi sentimentos. 
Peguei atalho errado e continuo andando pelo desconhecido. 
Já raspei o fundo da panela de arroz carreteiro, já me cortei fazendo a barba apressado. 
Já chorei ouvindo música no ônibus. 
Já tentei esquecer algumas pessoas, mas descobri que essas são as mais difíceis de se esquecer.
Já subi escondido no telhado para tentar pegar estrelas, já escrevi no muro da escola, já chorei sentado no chão do banheiro, já fugi de casa pra sempre, e voltei no outro instante. 
Já corri pra não deixar alguém chorando, já fiquei sozinho no meio de mil pessoas sentindo falta de uma só. Já vi pôr-do-sol cor-de-rosa e alaranjado, já me joguei na piscina sem vontade de voltar, já bebi uísque até sentir dormentes os meus lábios, já olhei a cidade de cima e mesmo assim não encontrei meu lugar. 
Já senti medo do escuro, já tremi de nervoso, já quase morri de amor, mas renasci novamente pra ver o sorriso de alguém especial. 
Já acordei no meio da noite e fiquei com medo de levantar. 
Já apostei em correr descalço na rua, já gritei de felicidade, já roubei rosas num enorme jardim. 
Já me apaixonei e achei que era para sempre, mas sempre era um “para sempre” pela metade. 
Já deitei na grama de madrugada e vi a Lua virar Sol, já chorei por ver amigos partindo, mas descobri que logo chegam novos, e a vida é mesmo um ir e vir sem razão. 
Foram tantas coisas feitas, momentos fotografados pelas lentas da emoção, guardados num baú chamado coração. 
E agora um formulário me interroga, me encosta na parede e grita: “Qual sua experiência?”
Essa pergunta ecoa no meu cérebro: experiência.... experiência.... 
Será que ser “plantador de sorrisos” é uma boa experiência? 
Não !!! 
Talvez eles não saibam ainda colher sonhos!
 Agora gostaria de indagar uma pequena coisa para quem formulou esta pergunta: Experiência? 
Quem a tem, se a todo momento, tudo se renova?”

PENSE NISSO...

Sempre de mal com a vida



Você conhece alguém que está sempre de mal com a vida?
Que por mais que você seja agradável, simpático, faça as coisas bem-feitas, destaque-se em algo, será sempre alvo de uma crítica negativa por parte desse alguém?
Tenho certeza de que você, assim como eu, depara-se constantemente com pessoas que estão sempre incomodadas com o sucesso dos outros.
Pessoas que não podem ver alguém feliz, esbanjando entusiasmo e humor, que procuram logo azedar a sua vida.
Inclusive, quando comento em palestras e treinamentos sobre a importância do bom humor, surgem sempre comentários por parte de alguém que alguns chefes e mesmo colegas de trabalho ficam incomodados até com o sorriso natural das pessoas que possuem essa característica, chegando
mesmo a repreendê-las, com o objetivo de inibi-las.
Pessoas que até já mudaram de emprego por não suportarem as críticas dos seus chefes azedos! Essa é uma situação comum no dia-a-dia das empresas, assim como no das pessoas particularmente e dificilmente vai mudar.
O negócio é aprender a conviver com isso sem se abater negativamente, procurando fazer cada vez melhor a sua parte, sem perder o entusiasmo e a motivação.
Entretanto, se as coisas infelizmente não mudarem mesmo dentro da empresa, chegando ao ponto de não suportar mais, o negócio é partir para outra, mas lembrando-se de que não se estará imune desses problemas nas outras.
O certo é que se você continuar fazendo bem-feito pode ter certeza de que haverá sempre reconhecimento por parte de alguém de outro departamento da empresa, ou mesmo do concorrente, mas na mão você não ficará.
No dia-a-dia do consultor/palestrante também não é diferente, pois nunca se agradará a gregos e troianos ao mesmo tempo.
Sempre irá encontrar-se uma percentagem de pessoas que vão dizer que não gostaram de uma determinada palestra, por melhor que seja.
Isso ocorre, sobretudo quando se fala de um tema, onde se mostram algumas atitudes negativas que coincidem com as características marcantes dessas pessoas, as quais vestem a carapuça. Porém, o consultor consciente sabe que sua função não é agradar a todos, mas mostrar como fazer o certo, bem como evitar e corrigir erros, embora ciente de que isso afete muita gente.
Quando me perguntam o que fazer, gosto de contar aquela parábola da serpente e o vaga-lume, bastante conhecida e que serve para muita gente: Um vaga-lume estava sendo perseguido por uma serpente e não agüentando mais de cansaço pediu a ela uma oportunidade para lhe fazer três perguntas antes de morrer.
A serpente respondeu que não costumava dar chance às suas presas, mas já que ia morrer mesmo, podia fazê-las.
Primeiro, perguntou se vaga-lume era comida de serpente.
Ela respondeu que não.
Perguntou se tinha feito algum mal a ela.
Também não.
Então por que queria devorá-lo?
Aí a serpente disse que não suportava vê-lo brilhar.
Será que no dia-a-dia das pessoas há muitas serpentes incomodadas com o brilho dos outros?
Como é na sua empresa? E na sua vida particular? Lembre-se: não se abale e nem estrague sua felicidade por causa dessas serpentes.
Aliás, não peça licença para ser feliz, determine a sua felicidade.
Como nunca é tarde para se promover alguma mudança na vida, mesmo na das pessoas-serpentes, eis aqui algumas sugestões que colocadas em prática farão com que elas passem a ser aceitas e, quem sabe, até queridas pelos outros.
Portanto, vale a tentativa no sentido de mudar.
Vacine-se definitivamente contra a inveja, a arrogância e o individualismo, aprendendo a trabalhar em equipe, dando o máximo de atenção e ouvido aos outros, bem como estimular para que expressem seus pensamentos e idéias.
Toda idéia é válida, por mais simples que seja, mas só serão expressadas pelas pessoas se forem valorizadas.
Uma das coisas mais importantes de um trabalho em equipe é convencer-se de que sempre precisamos um do outro, que a melhor relação é a de interdependência.
Antes de liderar os outros, lidere a si mesmo, controlando suas emoções, reconhecendo seus limites, procurando ser consciente dos seus pontos fracos, sendo sempre ético, honesto e transparente.
Saiba aceitar seus erros, reconhecendo-os e pedindo desculpas, pois isso não levará você a perder a autoridade, mas sim construí-la com mais solidez.
É importante que se tenha a convicção de que não há pessoas perfeitas e o erro faz parte do processo de aprendizagem.
Elogie e repreenda as pessoas nas horas certas, mas sempre use da sinceridade nos elogios e por ocasião da repreensão não perca o equilíbrio emocional.
Também não deixe de agradecer por qualquer idéia ou solução, pois assim as pessoas se sentem valorizadas.
Demonstre sempre alegria, mesmo que os motivos não sejam favoráveis.
Para tanto, a primeira providência a ser tomada é a vacinação definitiva contra o mau humor, contra o azedume, que afeta as relações entre as pessoas, por mais competência que se tenha. Competência e mau humor não combinam com sucesso, principalmente quando se lida com gente - seja colaborador ou cliente.
Use e abuse da elevada auto-estima, a fim de irradiar entusiasmo, positivismo e otimismo. Acredite e goste de si próprio, pois só assim irá gostar e também acreditar nas outras pessoas, dando-lhes a importância devida.
O líder verdadeiro é aquele que forma outros líderes, mas para isso é fundamental ter a capacidade de se relacionar com pessoas, fazendo uso da humildade, do bom humor, gostar de trabalhar em equipe e saber aceitar as pessoas como elas realmente são.
É importante lembrar que nunca é tarde para mudar, e ser feliz, e desde que haja vida isso é possível.
Basta querer!!!


Por: Antonio P. B. Braga

Dupla Percepção





Você diz que é um sapo e eu juro que é um cavalo!


Lição:


Este desenho nos ensina claramente que devemos sempre respeitar as outras opiniões.
É necessário esperar e ouvir atentamente os outros, porque eles também têm o seu ponto de vista.
Respeitar a opinião dos outros é olharmos para a mesma verdade e sabermos que esta poderá ser vista, de forma bem diferente, por cada um; E assim, com toda certeza, deixar de cometer injustiças com as precipitações e os pré-julgamentos.
O charme do desenho e sua lição enigmática consiste no fato de que, "na história nada muda e mesmo assim, tudo é completamente diferente"...

(Aldous Huxley)
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